Karmann Ghia Clube de Belo Horizonte, Brasil

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E-mail: kgcbh@terra.com.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Links Interessantes

O site do Karmann Ghia IG Lippe, clube alemão de amantes do KG liderado pelo nosso amigo Klauss Morsch (foto) traz diversas informações interessantes sobre o carro, incluindo uma lista detalhada dos clubes de KG espalhados pelo mundo. Nosso KG Clube de Belo Horizonte já está lá!

Aniversário de 50 Anos do Karmann Ghia Tipo 34

Durante os dias 11 a 14 de agosto de 2011, os três principais clubes de admiradores de Karmann Ghia da Alemanha (Karmann Ghia IG Lippe em NRW, Karmann Ghia IG Südheide e Karmannfreunde Südbayern e.V.) planejam um grande encontro para celebrar os 50 anos do Volkswagen Karmann Ghia Tipo 34, mais conhecido como "fio da navalha". Maiores informações, em português, poderão ser encontradas no site: http://www.karmann-ghia-lippe-nrw.de/htm-seiten/frameset.htm
During the weekend of August 11, 2011, the top three clubs of admirers of Karmann Ghia in Germany (Karmann Ghia IG Lippe in NRW, Karmann Ghia Südheide and GA Südheide Karmannfreunde Südbayern eV) plan a large gathering to celebrate the 50th anniversary of Volkswagen Karmann Ghia Type 34.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Karmann Ghia Conversível

Até o hoje o único conversível de série jamais fabricado no país


Na realidade, feito em lotes semi-artesanais e em pouquíssimas unidades*, o mais correto seria considerá-lo “um fora-de-série de fábrica”. Um bom exemplo disso é o teto que, bem mais simples que o do modelo alemão, era fabricado em estrutura própria, moldada uma a uma e sem forração interna.

O Karmann Ghia conversível começou a ser fabricado em 1958 na Alemanha mas só chegou por aqui 10 anos mais tarde, exatos 6 anos após a fabricação do primeiro cupê nacional da marca. Assim como acontecia com o cupê, o chassi com mecânica saía da fábrica da VW na Rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), para a da Karmann, perto dali.

Por ocasião do lançamento do primeiro conversível nacional, a linha Karmann Ghia brasileira passou por sua mais expressiva atualização. Os antigos motores 1.200 cc foram substituídos pelos de 1.500 cc, dando ao carro uma performance um pouco mais consistente. As lanternas traseiras ficaram maiores e as rodas ganharam novo desenho. Com revestimento plástico que imitava jacarandá, o novo painel ganhou também um relógio menor, do tamanho do marcador de combustível. No interior, botões e comandos de baquelite, antes brancos, ganharam a cor preta e o volante, também preto, ganhou um design ligeiramente modificado.


* Dos 29 287 Karmann Ghia nacionais, acredita-se que 177 conversíveis foram feitos até 1971. Nem VW nem Karmann confirmam este total.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Histórias do Karmann Ghia

Karmann Ghia - O Besouro de Fraque
por Eric Rodrigues



É interessante a história da Karmann Ghia. Fundada por Wilhelm Karmann, ela começa em 1874, em Osnabrück - na Alemanha - com o nome de Karmann. Logo ficou conhecida na Europa pelo cuidado com que seus artesãos trabalhavam madeiras raras para criar as mais belas carruagens. De repente, as carruagens foram parar em museus e os cavalos substituídos por motores. Com a mesma eficiência artesanal que criou a sua fama, a Karmann passou a fazer carrocerias para automóveis, tendo como seus primeiros clientes a Opel, a Benz e a belga Minerva.

Já em 1928, no salão de Berlim, a Karmann apresentou diversos modelos sobre chassis Mercedes-Benz, Hansa, Dixi, FN, Hansa-Lhoyd, Stower e Adler. A colaboração entre Adler e Karmann duraria vários anos e sustentaria a firma até 1948, quando a então Volkswagen ( já um início da gigante de hoje) comprou a Karmann e a delicada linha de montagem original.
Nesta época todas as grandes fábricas se concentravam no lançamento de modelos que refletissem os desejos dos consumidores, e a Volswagem não se comportou diferentemente. Ela criou para si uma imagem de construtora de carros baratos, duráveis, simples e feios ( Besouro e Kombi ), ao contrário das outras marcas que já mudavam essa imagem (a Ford com o Thunderbird e a GM com o Corvette), e havia a nessecidade de se usar a competente linha de montagem da Karmann, usada até então para produzir o Hebmüller, Karmann 4 lugares e o besouro conversível.

Quando Luis Segre, conhecido estilista do estúdio Ghia, de Turim, criou uma carroceria para a Volkswagen com linhas esportivas, um novo capítulo começou a ser escrito na história da Karmann. O desenho criado pelo "carrozziere" italiano não poderia ser moldado pelas prensas. Portanto, o novo carro não poderia ser fabricado em série. Foi aí que os artesãos da Karmann, uma indústria que não se parecia em nada com uma fábrica de automóveis, foram escolhidos pela VW. Com as mesmas linhas, atuais ainda hoje, a Europa conheceu o primeiro Karmann Ghia, em agosto de 1955: resistente como um VW e irresistível como um carro esportivo. Nem tão esportivo, pois, no seu lançamento ele usava o mesmo motor do besouro ( 36 h.p.) quem não era nenhum modelo de potência.

Entre 1955 e 1974 foram produzidos 445.238 carros, entre sedâ e conversível. em 1974 o Karmann Ghia foi substituido pelo Volkswagen Scirocco, deixando uma legião de fãs pelo mundo, notadamente nos EUA, onde se encontra uns dos maiores clubes da marca.


No Brasil a história do pequeno esportivo começa em 1962, quando a Volswagen, que só fabricava o Fusca e a Kombi no país, lançou o Karmann-Ghia. O carro possuia o motor 1200 cc (36 h.p.) que, como o europeu, não proporcionava grande desempenho. Só em 1967, o novo motor 1500cc (52 h.p.) foi disponibilizado para o KG, levando sua velocidade para 135 km/h, recebendo também melhorias na mecânica e freios.
Em 1969, a Volkswagem iniciou uma grande ofensiva no mercado, visando principalmente contra-atacar o novo lançamento da Ford, o Corcel, e adotou no Karmann Ghia o motor 1600 cc (58 h.p.) de dupla carburação, que aproximou ainda mais o carro de um verdadeiro "esportivo". A linha durou até 1972, quando já vinha sendo substituido por um novo modelo de "Karmann-Ghia brasileiro", o TC. O novo carro, entretanto, não logrou os mesmos louros de excelência de seu irmão mais velho, numa outra estória que contaremos futuramente.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A Equipe Dacon

A Equipe Dacon - No início da década de 60, as competições automobilísticas brasileiras eram dominadas por três principais equipes, cada uma ligada a uma fábrica de veículos instalada no país: Simca, Vemag e Willys Overland. Mas em 1966, com o surgimento da equipe Dacon do empresário Paulo Goulart e o desenvolvimento dos famosos Karmann Ghia Porsche, as berlinetas Willys finalmente viram sua supremacia chegar ao fim.


Adesivos da Escuderia Dacon: "Tartaruga No.2" de José Carlos Pace (Moco) e a "Corujinha No. 6" de Anisio Campos.

Vitória Logo na Primeira Corrida - Paulo Goulart da Dacon trouxe de São Paulo seu primeiro Karmann-Ghia Porsche com motor 1600 tipo 95-SC (Porsche 356C), que foi pilotado por Chico Landi e venceu as 1000 Milhas da Guanabara em 26 de julho de 1964. O sucesso do carro inspirou Goulart a pensar numa equipe e carros especificamente preparados para competições.

Na foto, O KG pilotado por Landi passando em frente ao Canal de Marapendi, no Circuito de rua da Barra


Domínio nas Pistas do País - Na foto abaixo, a primeira versão do KG Porsche da equipe Dacon, pilotada por José Carlos Pace. As versões posteriores teriam cor azul escura e uma carroceria fabricada em plástico reforçado com fibra de vidro -- muito mais leves e adequadas para as competições.


Já em 1966, Goulart formou a equipe Karmann-Ghia Porsche Dacon, que chegou a contar com quatro carros: dois equipados com motores de 1.600 cm3 do Porsche 356C e dois com os poderosos 2.000 cm3 do Porsche 904.


Na foto acima, a incrível chegada dos 1.000 Km de Brasília em 1967 com três KG chegando nas três primeiras posições. Os carros eram pilotados por Rodolpho "BIGODE" Olival Costa e Lian Duarte (No. 12); Emerson "RATO" Fittipaldi e Francisco "CHICO" Lameirão (No. 7); e por Wilson "TIGRÃO" Fittipaldi e José Carlos "MOCO" Pace (No. 77).

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Rally das Águas


A segunda etapa do Brazil Classics FPT Tour foi realizada no circuito das águas de Minas Gerais entre os dias 11 e 13 de junho de 2009. O evento contou com 48 veículos antigos de diversas marcas e idades.




A dupla Levindo Santos (piloto) e Walter Santos Júnior (navegador), à bordo de um KG conversível amarelo de 1968, terminou a etapa em oitavo lugar.


domingo, 27 de dezembro de 2009

Clubes Associados

O KG Clube de Belo Horizonte colabora com clubes e admiradores do Karmann Ghia em diversos países. Os principais clubes com os quais mantemos relacionamento são:



Karmann Ghia Club da Dinamarca http://www.karmannghia.dk/





Karmann Ghia Owners Club of Great Britan http://www.kgoc-gb.org/





Karmann Ghia IG Lippe da Alemanha





Karmann Ghia Club Südhessen, Alemanha http://www.kgcs.de/


Revista Fusca & Cia

A revista Fusca & Cia publicou 4 matérias sobre o Karmann Ghia em 2009. O destaque ficou por conta da edição 048 (abril) com uma matéria comparando os primeiros KG fabricados no Brasil (1962) aos últimos modelos de 1972. A edição 052 (setembro) deu destaque ao KG tipo 34 alemão, enquanto a edição 051 contou a história dos vitoriosos Karmann Ghia Porsche da equipe Dacon da década de 60. Já edição 042 (fevereiro) mostrou um interessante Karmann Ghia TC "convertido".












sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

KG CLUBE DE BELO HORIZONTE

Seja bem-vindo ao blog do KG Clube de BH!




Os objetivos do nosso clube são:
  1. Estimular a troca de informações e a preservação da memória deste clássico das indústrias automobilísticas nacional e internacional;
  2. Promover o companherismo e amizade entre os seus membros; e
  3. Gerar e manter um registro independente dos Karmann Ghia fabricados no Brasil.